No caminho para a escola ia pensando...
Mais uma vez vou ter que me sentar em uma das últimas carteiras.
Coisa comum, já que minha família sempre voltava das férias depois que minhas aulas já tinham começado.
Mas não dessa vez.
Achei estranho quando percebi uma carteira vazia no canto da sala perto da janela.
Não a última, mas a terceira.
Logo pensei...
Algum aluno deve ter faltado.
Mas não.
Perguntei para a pessoa sentada na carteira da frente e tive a certeza:
A carteira estava mesmo desocupada.
Agora era a minha carteira.
No decorrer do ano troquei algumas palavras com aquela garota sentada à minha frente.
Algumas vezes fizemos trabalhos juntas. Fui até a casa dela e ela à minha.
Nem mesmo hoje entendo porque ela não tinha muitos amigos.
Preconceito talvez.
Ela tinha alguma deficiência no cérebro, um coágulo.
Não sei bem explicar, nunca perguntei.
Na verdade não me importei o bastante para perguntar ou conversar a respeito.
Naquele mesmo ano minha colega faleceu.
Foi um choque!
Como alguém poderia morrer assim, de repente?
Era só uma criança.
Nós tínhamos mais ou menos 13 anos quando isso aconteceu.
Lembro que o que mais me incomodava era o fato de nunca ter falado de Jesus para ela.
Nunca.
Nem sequer uma palavra.
E aquilo fazia doer profundamente o meu coração.
Pode ser que você também tenha alguém do seu lado que nunca ouviu falar de Jesus.
Talvez nem saiba que você o conhece.
Pessoas que você ama.
Pessoas que possivelmente não terão outra oportunidade de ouvir um “Jesus te ama” de outra forma, a não ser que você fale.
O que está esperando?
Mais uma vez vou ter que me sentar em uma das últimas carteiras.
Coisa comum, já que minha família sempre voltava das férias depois que minhas aulas já tinham começado.
Mas não dessa vez.
Achei estranho quando percebi uma carteira vazia no canto da sala perto da janela.
Não a última, mas a terceira.
Logo pensei...
Algum aluno deve ter faltado.

Mas não.
Perguntei para a pessoa sentada na carteira da frente e tive a certeza:
A carteira estava mesmo desocupada.
Agora era a minha carteira.
No decorrer do ano troquei algumas palavras com aquela garota sentada à minha frente.
Algumas vezes fizemos trabalhos juntas. Fui até a casa dela e ela à minha.
Nem mesmo hoje entendo porque ela não tinha muitos amigos.
Preconceito talvez.
Ela tinha alguma deficiência no cérebro, um coágulo.
Não sei bem explicar, nunca perguntei.
Na verdade não me importei o bastante para perguntar ou conversar a respeito.
Naquele mesmo ano minha colega faleceu.
Foi um choque!
Como alguém poderia morrer assim, de repente?
Era só uma criança.
Nós tínhamos mais ou menos 13 anos quando isso aconteceu.
Lembro que o que mais me incomodava era o fato de nunca ter falado de Jesus para ela.
Nunca.
Nem sequer uma palavra.
E aquilo fazia doer profundamente o meu coração.
Pode ser que você também tenha alguém do seu lado que nunca ouviu falar de Jesus.
Talvez nem saiba que você o conhece.
Pessoas que você ama.
Pessoas que possivelmente não terão outra oportunidade de ouvir um “Jesus te ama” de outra forma, a não ser que você fale.
O que está esperando?
Marcela Fernandes
Um comentário:
uau marcela...
q historia
Postar um comentário